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Sobre ser homem. Sobre ser mulher.

Eu posso afirmar que mais da metade da população não sabe definir o que é um homem ou uma mulher. Parece brincadeira, mas, quem nunca ouviu a seguinte frase:

ELE É GAY OU ELE É HOMEM?

Para responder a pergunta acima, eu vou começar… “do começo”

O QUE É O SER HUMANO

Um humano, ser humano, pessoa, gente, individuo, é um animal membro da espécie de primata bípede Homo sapiens. Os membros dessa espécie têm um cérebro altamente desenvolvido, com inúmeras capacidades.

SEXO BIOLÓGICO OU GENERO DO SER HUMANO

São dois: o ser masculino e o ser feminino, macho e fêmea, homem e mulher. É o que o médico vê quando você nasce.

ORIENTAÇÃO SEXUAL

A Orientação Sexual é um componente da sexualidade humana complexo, indo além do comportamento sexual. A Orientação Sexual engloba sentimentos sexuais, românticos e emocionais, aqui é onde começa formar uma grande confusão na cabeça das pessoas… A orientação sexual tem a ver com desejo, com atração. Quem te atrai fisicamente? Alguém do seu sexo? Alguém do sexo oposto? Tanto faz? São três respectivamente: Homossexual, Heterossexual e Bissexual.  Repare que, na orientação sexual a palavra ORIENTAÇÃO não é de caráter “educar” “orientar” já que a sexualidade não é aprendida e muito menos opcional. No caso a palavra ORIENTAÇÃO significa basicamente “Direção dos sentimentos” Para quem são direcionados seus sentimentos românticos ? para homens? para mulheres? a partir destas respostas surge a definição de sua orientação sexual.

PAPEL SEXUAL

Papel Sexual tem a ver com comportamento.

Homem não pode cozinhar? mulher não pode ser chefe de família? É claro que podem, não é? o papel sexual tem mais a ver com isso, a mulher que tem um corte masculino não é necessariamente lésbica, um homem que faz as unhas ou usa brincos não é necessariamente gay, pense fora da caixa! Aqui se encaixam também os estereótipos.

Note que Papel Sexual não tem nada a ver a com Orientação Sexual – ou seja, um homem afeminado ou uma mulher masculinizada não são necessariamente homossexuais. Assim como o pedreiro cabra macho ali da esquina não é necessariamente hetero, e aquela moça valente policial não é necessariamente lésbica. Entenderam?

IDENTIDADE SEXUAL

Na sua cabeça, você acha que é o que? Homem ou Mulher? Acha que seria mais feliz se fosse do sexo oposto¿ pois bem, é isso exatamente o responsável pelos travestis e transexuais, ainda que de forma diferente. São mulheres presas num corpo de homem, ou homens presos num corpo de mulher. Complicado, sim. Travestis e transexuais NÃO são necessariamente homossexuais.

Conheça mais sobre si mesmo, veja abaixo o exemplo:

Eu

Gênero: Masculino

Orientação sexual: Homossexual

Papel sexual: Masculino

Identidade sexual: Homem

POR ISSO QUE frases do tipo: “Nooossa, você é lesbica? não parece…” ou “ele é gay ou é homem?” não faz sentido.

Para saber mais sobre o assunto, assista o filme:

ELVIS E MADONA

Elvis (Simone Spoladore) sonha em ser fotógrafa, mas a necessidade de sustento faz com que aceite o emprego de entregadora de pizza. Madona (Ígor Cotrim) é uma travesti que trabalha como cabeleireira. Ela sonha em produzir um show de teatro de revista. Logo após conhecer Elvis, que é homossexual, elas se tornam grandes amigas. Mas, pouco a pouco, desperta neles um sentimento mais forte que a mera amizade.

Adoção por casais homossexuais – como explicar às crianças

 

De acordo com psicólogos ouvidos pelo iG, ser criado por dois pais ou duas mães não prejudica o desenvolvimento da criança nem faz com que ela “se torne” homossexual também. “O desenvolvimento independe dos pais serem hetero ou gays. A criança precisa se identificar com uma figura que lhe dê carinho, apoio e educação. O que importa é o vínculo e se aqueles pais realmente quiseram adotá-la”, afirma a psicóloga Mariana de Oliveira Farias, autora do livro “Adoção por Homossexuais – a família homoparental sob o olhar da psicologia jurídica”. Segundo ela, é importante que a criança tenha contato com pessoas de ambos os sexos, mas elas podem ser avós, tios e primos.

Segundo a psicóloga e advogada Tereza Maria Costa, que por mais de 10 anos atuou na Vara da Infância e Juventude de Juiz de Fora (MG), não há nenhum estudo que comprove que crianças criadas por pais gays também tenham tendência à homossexualidade. Para Tereza, a orientação sexual tem mais a ver com questões biológicas do que com o meio em que a pessoa vive.Com todo o preconceito que existe, tenho certeza que se alguém pudesse optar escolheria ser hetero”, diz. “Não vejo como escolha. Ou a pessoa assume e tenta viver bem ou passa a vida camuflada”, diz.

Como contar

Uma das questões recorrentes é como e quando contar ao filho que ele possui dois pais ou duas mães. Segundo Mariana de Oliveira, não há uma idade certa para que o assunto seja discutido. “Os pais devem responder sempre de acordo com as perguntas que forem feitas, mas tomando cuidado para não ultrapassar os limites que a criança possa entender. Às vezes, a ansiedade dos adultos é maior que a dos filhos”, afirma.

Há várias formas se de contar, mas uma delas, diz, é explicar, primeiramente, que não há só um tipo de família e com certeza a criança deve ter um coleguinha com pais separados ou criado pela avó. “Pode-se dizer que a família que a concebeu por algum motivo não pôde ficar com ela, mas o casal a procurou, a ama muito e por isso a adotou”, afirma Mariana.

Tereza acrescenta também que é importante tratar a questão como natural. “Isso faz com que, desde cedo, o filho aprenda a ter respeito pela diversidade”, diz ela, e completa que, se o assunto for bem trabalhado, a própria criança passará a defender os pais caso seja alvo de preconceito. “Flui normalmente, ela passa a admirá-los pelo que eles são. As especialistas concordam em dizer que nunca se deve ser negada a adoção a um casal pelo simples fato de eles serem homoafetivos, mas é preciso avaliação. “Como há casais heteros que não tem estrutura e condições de criar um filho, também tem casais homos que não têm”.

>Uma introdução aos DIREITOS NEGADOS AOS LGBTs

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Parceria Civil: Assessoria e elaboração de Escritura Pública ou Particular de Parceria Civil com Definição de Bens Comuns e Direitos e Obrigações entre os Parceiros (casamento gay). Propositura, Impugnação/Contestação e acompanhamento de Ação de Declaração de Dependente para Plano de Saúde e Previdência Social.

Adoção: Propositura, Impugnação/Contestação e acompanhamento de Ação de Adoção por Casal de Homossexuais, com inclusão dos nomes dos parceiros no registro civil do adotando; Ação de Guarda, Mudança de Guarda, Regulamentação de Visitas, de Alimentos, de Execução de Alimentos, dos filhos dos parceiros homossexuais.

Testamento: assessoria e elaboração de Escritura Pública de Testamento; Alteração ou Cancelamento de Escritura de Testamento; Propositura, Impugnação/Contestação e acompanhamento de Ação de Registro de Testamento; Ação de Impugnação ou Anulação de Testamento.

Separação: Propositura, impugnação e acompanhamento de Ação de Reconhecimento e Dissolução de Parceria Civil com Partilha de Bens; Ação de Reconhecimento Póstumo de Parceria Civil; Ação de Indenização de cunho Alimentar. Assessoria e elaboração de Escritura Pública ou Particular de Reconhecimento e Dissolução de Parceria Civil com partilha de bens.

Mudança de Sexo: Assessoria e acompanhamento nos trâmites legais para cirurgia de mudança de sexo. Propositura de Ação de Mudança de Nome e Registro Civil do Transexual.

Discriminação: Propositura, impugnação e acompanhamento de Ação de Indenização por Discriminação em Função de Sexo, Orientação Sexual ou Autodeterminação Sexual.

Você sabe como exigir seus direitos? saiba mais aqui

Símbolos e seus significados na cultura LGBT

Triângulo Rosa e Negro
Um dos símbolos mais antigos é o triângulo rosa, que foi originalmente utilizado nos campos de concentração nazi para identificar os prisioneiros homossexuais. Aqueles que fossem judeus e homossexuais (considerados o pior nível de prisioneiros) deviam levar um triângulo rosa com outro de cor amarela. Em ambos os casos, deviam usar esta insígnia sobre o peito, cosido na sua roupa. Estima-se que cerca de 220.000 gays e lésbicas morreram junto aos seis milhões de judeus que os nazi exterminaram nos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial.

Por esta razão, a partir de 1970 o triângulo rosa utilizou-se tanto como um símbolo identificativo para recordar as atrocidades sofridas pela comunidade homossexual durante a perseguição nazi, como para representar a união da cultura homossexual.

Os nazis associaram a “mulheres indesejáveis” ou “anti-sociais” incluindo às lésbicas, um triângulo negro invertido. Algumas lésbicas hoje em dia utilizam este símbolo como representação daquele massacre, de igual forma ao que os homens homossexuais (gays) fazem com o triângulo rosa.


Bandeira LGBT

Gilbert Baker desenhou a bandeira LGBT em 1978 para a Marcha de Celebração da Liberdade Homossexual em San Francisco (San Francisco Gay Freedom Day Parade). O autor inspirou-se em várias fontes como o movimento hippie e o Movimento pelos Direitos Civis nos Estados Unidos. As cores mostram-se em linhas horizontais e representam a diversidade da comunidade LGBT ao redor do mundo.

O significado das cores da bandeira original segundo Baker simboliza os diferentes aspectos de vida LGBT (confira neste post aqui). 


Lambda

Escolhido pela New York Gay Activist Alliance em 1970 como símbolo do movimento LGBT (Lésbica, Gay, Bissexual e Transgênero), o Lambda é a letra grega que equivale ao “L”. Uma bandeira de guerra com Lambda foi desfraldada por um pelotão de guerreiros gregos mais velhos que eram acompanhados na batalha pelos seus jovens amantes, demonstrando a sua impetuosidade e o desejo de lutar até a morte.

Este símbolo também foi escolhido pelo Congresso Internacional de Direitos Gays que aconteceu em Edimburgo, Escócia em 1974. A letra lambda em física, representa a longitude de onda associada com a energia, portanto utiliza-se para simbolizar a energia do Movimento de Direitos Homossexuais. Diz-se também que significa a união na opressão.



Anéis da Liberdade

São seis anéis de alumínio desenhados por David Spada, a cada um com as cores da bandeira LGBT. Simbolizam a independência e tolerância. Utilizam-se geralmente em colares, porta-chaves e afins. Recentemente incluiu-se uma alternativa aos anéis, utilizando triângulos no seu lugar, sendo que o seu significado se mantém.

Este símbolo atualmente utiliza-se para representar o movimento lésbico e feminista, a sua força e independência.

Símbolos de gênero

Existentes desde a Roma antiga, a cruz do símbolo de Vênus representa o feminino e a seta de Marte o masculino. Os pares de símbolos de gênero são usados como símbolos identificativos de homossexuais masculinos e femininos respectivamente. Variações destes símbolos podem-se encontrar tanto para a bissexualidade como para a transexualidade.

Símbolos da bissexualidade

Os triângulos bissexuais foram criados em 1978 por Liz Nania. Representam a bissexualidade e o orgulho bissexual. A origem exata deste símbolo é ambígua. Uma possibilidade é a de que a cor rosa representa a homossexualidade enquanto o azul representa heterossexualidade. Juntos formam a cor roxa, uma mistura de ambas as orientações sexuais. Outra explicação é que a cor rosa representa a atração para as mulheres e o azul a atração para os homens, designando assim a cor roxa, a atração para ambos.

Em 1998, Michael Page desenhou uma bandeira do orgulho bissexual para representar a dita comunidade. Esta bandeira retangular consiste em uma faixa cor rosa/lilás em cima representando a atração do mesmo sexo; uma faixa azul em baixo, representando a atração ao sexo oposto e uma faixa mais estreita no centro, de cor roxa, representando a atração a ambos os sexos.

As luas bissexuais foram criadas para evitar o uso dos triângulos que possuem um passado diretamente associado ao nazismo, como mencionado anteriormente.



Símbolos transgênero

Os símbolos utilizados para identificar pessoas transexuais frequentemente consistem numa modificação do símbolo biológico dos sexos, pertencendo à autoria a Holly Boswell. Para além da seta apontando para o extremo superior direito que representa ao homem (símbolo astrológico de Marte), adiciona-se a cruz na parte inferior do círculo representando o símbolo feminino (do símbolo astrológico de Vênus), e ainda uma terceira mista. Incorporam assim ambos os aspectos, tantos masculinos como femininos.

Outro símbolo transgênero é a bandeira do orgulho transgênero, desenhada por Monica Helms e apresentada pela primeira vez em sociedade na Marcha do orgulho LGBT em Phoenix – Arizona, no ano 2000. A bandeira representa a comunidade transgênero e consiste de cinco faixas horizontais: duas de cor celeste, duas rosa/lilás e uma branca no centro. A sua autora descreveu o significado da seguinte maneira:

“A banda celeste representa a cor tradicional para vestir aos bebês varões e o rosa para as meninas. A branca no centro é para quem se encontra nessa transição, ou aqueles que desejam manterem-se neutros entre um gênero e outro ou ainda aqueles que mantêm ambos os sexos. A maneira como está desenhada permite que independentemente de como esteja posicionada, sempre será correta. Isto nos simboliza a nós mesmos, tratando de encontrar o lado correto nas nossas próprias vidas.”

Outros símbolos transgêneros incluem a borboleta (simbolizando a transformação e a metamorfose) e um Ying Yang (símbolo do equilíbrio) cor rosa e celeste.

Mano Púrpura

Em uma noite de Halloween , o 31 de outubro de 1969 , sessenta membros da Frente de Libertação Homossexual (Gay Liberation Front, GLF) e a Sociedade pelos Direitos Individuais (Society for Individual Rights, SIR) marcharam em protesto para o jornal San Francisco Examiner em resposta a uma série de artigos com comentários despectivos para a comunidade LGBT nos bares e clubes gayão Homossexual (Gay Liberation Front, GLF) e a Sociedade pelos Direitos Individuais (Society for Individual Rights, SIR) marcharam em protesto para o jornal San Francisco Examiner em resposta a uma série de artigos com comentários despectivos para a comunidade LGBT nos bares e clubes gay de San Francisco. O “protesto pacífico” na contramão da política editorial homofóbica resultou tumultuosa e foi chamada posteriormente como “Na sexta-feira da mano púrpura” e “Sexta-feira sangrenta da mano púrpura”.

Algumas pessoas reportaram que um balde com tinta foi arrojado desde o teto do edifício. Os protestantes “utilizaram a tinta para escrever “Gay Power” (Poder Homossexual) e outros slogans nas paredes do edifício e estamparon suas mãos cor púrpura sobre toda a área central de San Francisco, o que resultou uma das demonstrações mais visíveis do movimento gay no momento.

Labrys

O labrys ou machado de dupla folha, foi um símbolo utilizado pela antiga civilização minoica (às vezes associado com o poder matriarcal) e nas lendas da Grécia antiga foi utilizado por Amazonas escitas. Também se associa com a deusa grega Demetria (Ceres, na mitología romana) e ocasionalmente a deusa grega Artemis (Diana na mitología romana). A religião da civilização minoica centrava-se no poder de uma deusa que se mostrava com o torso nu. Acha-se que foi a protetora das mulheres naquele tempo, e esta deusa se representa com serpentes estendendo desde suas mãos, símbolo da fertilidade e a agricultura, e rodeada por devotas com machados de dupla folha, as quais eram utilizadas para lavrar a terra.
Este símbolo atualmente utiliza-se para representar ao movimento lésbico e feminista por sua força e independência.

Mercúrio

O signo astrológico de Mercúrio tornou-se um símbolo tradicional dos travestis.

Na mitologia grega Hermes (a versão grega de Mercúrio) e Afrodite (a deusa do Amor) tiveram um nenê chamado Hermaphroditus. A criança possuía tanto os orgãos masculinos quanto os femininos. Esta é a origem do termo moderno “hermafrodita”.

Além disso, alguns rituais associados à adoração de Afrodite acreditavam-se ter envolvimento com castração, travestismo e homossexualidade.

Este símbolo em si denota o masculino – a lua crescente em cima -, o feminino – a cruz embaixo – com o anel representando o individual e equilibrando os dois. 

Calamus

Planta atribuida por Walt Whitman como símbolo do amor homoerótico.

LADSLOVE

Planta utilizada pelos poetas do séc.XIX como símbolo da homossexualidade.

Verde

Tanto na Roma Antiga quanto na Inglaterra do séc.XIX, a cor verde normalmente era associada a homossexualidade.

Lebre, hiena, doninha

Três animais associados à homossexualidade masculina, supostamente devido à uma epístola do séc.I de Barnabus.

Phoenix

Uma sugestão de Robin Tyler, já que a Phoenix, um pássaro mitológico, queimava e se levantava de suas cinzas mais glorioso a cada cinco séculos.

Gravata vermelha

Um acessório de moda utilizado por alguns homens, no início do séc.XX, como um sinal para que outros soubessem que eles também eram gays.

Anel rosa

Mais um artigo de moda muito utilizado durante os anos 50, 60 e início dos 70. Alguns acreditavam em raízes primitivas e místicas já que o dedo mindinho representa a espiritualidade.

Rinoceronte

Ativistas de Boston decidiram iniciar um campanha na imprensa para cimentar um símbolo para o movimento gay. O rinoceronte foi escolhido por ser um animal mal compreendido, super-dócil e inteligente.

Entrevista com blogueiros: Entrevista – STOP homofobia

Entrevista com blogueiros: Entrevista – STOP homofobia:

 

Quer saber mais sobre o STOP Homofobia?

 

 

Clique no link acima e veja algumas perguntas e respostas para o blog ‘entrevista com blogueiros’

 

>UFT oferece curso sobre enfrentamento à homofobia para educadores de Araguaína

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A equipe da Diretoria Regional de Ensino de Araguaína comunica que estão abertas as inscrições para o curso de Políticas de Enfrentamento ao Sexismo e a Homofobia no Ambiente Escolar como tema “resignificando as práticas educativas no Estado”. As inscrições vão até o dia 12 de abril (amanhã) e as aulas serão ministradas pela UFT – Universidade Federal do Tocantins.

O curso é destinado a gestores, coordenadores escolares e professores e as inscrições estão sendo feitas na DRE, na Sala de Currículo e por meio do e-mail peshae.uft@gmail.com

A capacitação será ministrada em seis módulos com estudos sobre corpo, gênero, homofobia, políticas públicas, como as escolas podem trabalhar a prevenção a homofobia e práticas educativas em gênero e sexualidade.

O objetivo do curso é auxiliar o educador a trabalhar a diversidade sexual no ambiente escolar promovendo a defesa dos direitos das crianças, adolescentes e jovens.

As aulas dos primeiros módulos terão início nos dias 15 e 16 de abril. A previsão do encerramento do curso será no início de maio. A ação é resultado de uma parceria entre Secretaria da Educação/DRE Araguaína com a UFT. (Informações da ascom/UFT)
  

Só a educação liberta

Marcela Vivi (nome fictício) era um menino que se sentia e agia como uma menina e por isso se assumiu como gay e, depois, travesti. Na Escola Estadual Luís Antônio, no bairro de Candelária, Zona Sul de Natal, onde Marcela Vivi estudava, ela disse que sofria tanta discriminação, principalmente na hora que ia ao banheiro, que chegou a apanhar dos colegas e a direção da escola teve que reservar um banheiro somente para os homossexuais.

Já Iakelvis Lamonier, 18 anos, é um rapaz tímido, calado, mas desde que descobriu sua homossexualidade, se assumiu, pagando um alto preço por causa disso. Quando era aluno da Escola Estadual Dinarte Mariz, no bairro de Mãe Luísa, Zona Leste de Natal,  sofreu uma forte discriminação dos próprios colegas de sala, a ponto de a direção da escola ir lhe deixar em casa após as aulas durante um bom tempo.

No meio de uma aula, o professor se recusou a entregar um exemplar de um livro a um aluno que reclamou o fato de somente ele não ter recebido. A resposta do professor foi enfática: “As bichinhas não precisam de livro“, completando em seguida: “Tá com raiva? Vamos decidir lá fora”. Resultado: o aluno de 17 anos chegou primeiro lá fora e atirou uma pedra no parabrisa do carro do professor e nunca mais apareceu na escola”.

Os três episódios narrados mostram o quanto a rede educacional brasileira se ressente da falta de preparo para lidar com a homossexualidade e com toda carga de preconceito que a situação acarreta dentro da escola. Agressões verbais e físicas, ameaças e bulling são apenas alguns sinais da rotina de discriminação que sofrem os adolescentes homossexuais por parte dos colegas de sala de aula e até de professores. Mas os três casos trazem outro fato em comum: eles não suportaram a carga de discriminação e abandonaram a escola, o que leva à exclusão do mercado de trabalho.

A diversidade sexual  não esta sendo trabalhadas adequadamente através de políticas públicas dentro da escola brasileira. Sem uma estrutura de psicopedagos e psicólogos, as escolas públicas são as que mais sofrem com a situação. Apesar de muitas vezes oferecerem algum apoio ao aluno agredido através do bullying ou simplesmente pelo preconceito , os estabelecimentos não tomam atitudes severas contra os agressores e não trabalham a permanência na escola do aluno agredido.

A escola tem sido o primeiro lugar onde os homossexuais mais sofrem preconceito (fato!) E não é só. Pesquisas feitas pela Unesco em 2006 ilustram a gravidade do preconceito nas escolas: uma delas, entre os alunos, descobriu que 40% dos meninos brasileiros não querem um colega homossexual sentado na carteira ao lado; outra, com professores, mostrou que 60% deles consideram “inadmissível” que uma pessoa mantenha relações com gente do mesmo sexo.

fonte: DN

>Introdução ao HIV e AIDS

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 HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causador da aids, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção. 


Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas, podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

Formas de Contágio

O HIV é transmitido de diversas formas. Como o vírus está presente no esperma, secreções vaginais, leite materno e no sangue, todas as formas de contato com estas substâncias podem gerar um contágio. As principais formas detectadas até hoje são : transfusão de sangue, relações sexuais sem preservativo, compartilhamento de seringas ou objetos cortantes que possuam resíduos de sangue. O HIV também pode ser transmitido de mãe para o filho durante a gestação ou amamentação.

O HIV E A VIDA COTIDIANA

Existem riscos de contaminação na vida cotidiana?

Não. O vírus não se transmite pelo ar, nem por via subcutânea, nem por saliva, nem por lágrimas, nem por suor ou urina.
Então não precisamos temer contatos como: dar a mão, beijo, lágrimas, talheres mal lavados, comer junto com um “soropositivo”, lençóis, telefones públicos, transportes comunitários, cinemas, quadras esportivas, escolas, local de trabalho, visitas a hospitais ou a médicos.
Os desinfetantes clorados utilizados nas instalações públicas são eficazes para destruir o vírus (piscinas, duchas, banheiros).

Quais são as práticas de risco?

Toda prática sexual sem a proteção de uma camisinha é de risco.

O que chamamos de parceiros de risco?

Essa distinção não existe mais. No começo da epidemia, pelo fato da aids atingir, principalmente, os homens homossexuais, os usuários de drogas injetáveis e os hemofílicos, eles eram, à época, considerados grupos de risco. Atualmente, não existem parceiros de risco, mas pessoas com comportamento de risco. (contatos sexuais sem proteção, multiplicidade de parceiros, uso de droga por via endovenosa). Como não conhecemos sempre os comportamentos de nossos parceiros, é necessário adotar, em todos os casos, medidas de prevenção (uso de camisinha e não dividir seringas, por exemplo).

O beijo profundo pode ser contaminate?

Não. Não existe nenhum caso de contaminação conhecida por esta via. Em um beijo amoroso existe intercâmbio de saliva, mas a saliva não contém vírus suficiente para contaminar. 

Veja um video sobre o preconceito e reflita:




mais informações
:
http://www.aids.gov.br/
http://www.aids.org.br/
http://www.aids.org.br/assumidos/
http://www.todoscontraopreconceito.com.br

>Homossexuais rejeitados pela família tendem ao suicídio

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Probabilidade de envolvimento com drogas também aumenta.

Um estudo realizado no Estado da Califórnia (EUA) em Madri traz números alarmantes sobre o impacto da aceitação familiar na saúde e no emocional de jovens homossexuais.

Quando rejeitados pela família os adolescentes homossexuais tem 8 vezes mais probabilidades de tentar cometer suicídio e três vezes mais de se tornarem usuários de drogas.

A responsável pelo estudo, Caitlin Ryan, também apresentou dados sobre a reação dos pais: cerca de um terço reage negativamente; 50% demonstra ambiguidade, mas preferia que o filho fosse heterossexual; e apenas a parcela restante lida bem com a sexualidade do filho desde o início.

O estudo teve investimento de US$4 milhões para os quatro anos de duração. Centenas de jovens homossexuais e seus familiares de diversas classes sociais e religiões foram entrevistados.

fonte:do lado

O que é o famoso “NO H8″ ?

“NO H8″ é uma campanha americana pró casamento gay

Protesto silencioso traz centenas de pessoas fotografadas com as bocas fechadas por fitas adesivas.

Kristen Stewart

A campanha “NO H8″ foi oficialmente lançada em Fevereiro desse ano pelo fotógrafo Adam Bouska e seu parceiro Jeff Parshley, mas ganhou força após a aprovação da “Proposition 8″ – que proibe o casamento de pessoas do mesmo sexo na Califórnia. O movimento, chamado de “protesto silencioso”, é realizado através das fotos, onde todos aparecem com as bocas fechadas por fitas adesivas.

Campanha NO H8

O baixista da banda Fall Out Boy Pete Wentz e a cantora Ashlee Simpson, sua esposa, fazem parte de algumas das celebridades que aderiram à campanha. O casal já havia participado de um protesto contra a decisão da Suprema Corte de Califórnia de manter o veto ao casamento homossexual, em maio, em Hollywood.

Quem também integrou a campanha foi o baixista do grupo Blink 182 Mark Hoppus, que repetiu o gesto de Wentz e Simpson posando com a boca tapada para denunciar a falta de voz da comunidade gay.

Saiba mais no site oficial http://www.noh8campaign.com/.

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