Assassino de ativista é sentenciado a 30 anos de prisão


O homem que admitiu ter assassinado o ativista gay ugandense David Kato foi sentenciado a 30 anos de prisão pelo crime.

Sidney Nsubuga Enoch, de 22 anos, foi condenado esta quinta-feira no Tribunal de Mukono pelo Juíz Joseph Mulangira.

De acordo com o Procurador Geral da República, Loe Karungi, Nsubuga e Kato estavam a tomar um chá na manhã de 26 de janeiro de 2011, quando Kato terá feito seduzido Nsubuga “beijando Nsubuga e acariciando-o”, tendo sido interrompidos por um terceiro homem, Kizza Akram, que bateu à porta.

Após o almoço, de acordo com Karungi, Kato trancou. Nsubuga supostamente pediu licença para ir ao banheiro, onde pegou um martelo – que usou para golpear Kato duas vezes na parte de trás da cabeça.

Karungi afirmou que Nsubuga arrastou o Kato inconsciente para o quarto, esvaziou a carteira da vítima, e fugiu do local.

Às 2:00, Kizza retornou à casa. Ao ver manchas de sangue, ele e um vizinho entraram na casa e descobriram Kato, inconsciente, deitado na cama numa poça de sangue. Kato foi levado à pressa para um hospital, mas não sobreviveu.

Nsubuga foi preso mais tarde após  ser visto na zona de Mukono. Ele confessou o assassinato às autoridades.

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Publicado em 15 de novembro de 2011, em Noticias. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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